L-1A: Leve sua Empresa ou sua Carreira para os Estados Unidos | SOS Direito Pular para o conteúdo
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Leve sua empresa para os Estados Unidos. Não precisa recomeçar do zero.

Você abriu os olhos hoje e foi direto resolver um problema que só você resolveria do jeito que resolve.

Bateu o olho na equipe que confia em você. Na empresa que cresceu com as suas próprias mãos, ano após ano.

E, em algum canto da sua cabeça, já passou o pensamento: e se eu levasse tudo isso pros Estados Unidos?

A maioria trava bem aqui. Uma parte larga essa ideia de lado achando que precisa recomeçar do zero. Outra parte trava porque acha que é um processo complicado demais, quase impossível de tocar sozinho.

Nenhuma das duas coisas é verdade.

Isso já tem nome: L-1A

O que você acabou de sentir tem um caminho com nome, prazo e regra clara. Chama-se L-1A: o visto que leva sua empresa, ou a sua cadeira de executivo, do Brasil pros Estados Unidos, sem te obrigar a abrir mão do que você já construiu.

Seu L-1A hoje pode ser o primeiro passo do seu Green Card amanhã. A gente estrutura os dois juntos, desde o início.

Quem se qualifica

Dois caminhos até aqui

Você já tem uma empresa no Brasil.

Se ela está ativa e estruturada, você pode abrir a operação americana do zero (é o que chamamos de “new office”), sem precisar já ter uma filial pronta nos Estados Unidos.

Você ocupa um cargo de gestão real.

Mesmo sem ser sócio, ter trabalhado ao menos 1 ano nos últimos 3 anos em função executiva ou gerencial já pode te qualificar para uma transferência.

Não existe valor mínimo de investimento obrigatório. O que importa é a estrutura da sua empresa e a sua função dentro dela, não o tamanho da sua conta bancária.

O que você ganha ao dar esse passo agora

O L-1A não muda só o seu endereço.

Sua família vai junto

Seu cônjuge trabalha legalmente nos Estados Unidos, e seus filhos solteiros menores de 21 anos estudam por lá.

Sua empresa no Brasil continua de pé

Você não fecha o que construiu aqui, expande.

Sem sorteio, sem cota anual

Diferente de outros vistos de trabalho, o L-1A não depende de sorteio, nem de cota anual limitada.

Depende do seu caso, do seu momento, da decisão que você toma agora.

Por que agora

A imigração para os Estados Unidos está mais rigorosa em 2026 do que em qualquer outro momento recente, o que na prática significa uma coisa: quem se prepara direito, com quem entende o processo, sai na frente. E quem não se prepara, corre o risco real de uma negativa sem segunda chance.

A maioria das pessoas nem procura pelo nome “L-1A”. Procura “como abrir uma empresa nos Estados Unidos”. Se você chegou até aqui de um jeito parecido, está no lugar certo.

Antes de você perguntar, a gente responde

Essa é a pergunta que mais ouvimos. E a resposta, na maioria dos casos, é sim. A maioria das pessoas se qualifica para mais caminhos do que imagina, só nunca foi analisada por quem entende do assunto.

O critério não é o tamanho, é o tempo de atividade e a estrutura que ela tem hoje.

Não existe valor mínimo obrigatório. Aqui o que pesa é função e estrutura, não o tamanho da sua conta.

Uma negativa não é o fim de linha. Muitos dos nossos casos aprovados chegaram até nós depois de um “não” em outro lugar.

O caminho depois

Do L-1A até a residência permanente

O L-1A permite dupla intenção, o que na prática significa que você pode buscar a residência permanente enquanto o visto ainda está ativo. Esse caminho existe, se chama EB-1C, e é uma das rotas mais diretas até o Green Card para quem já está no L-1A.

Ver todos os caminhos

Você se reconheceu em algum desses pontos?

O primeiro passo é entender se o seu perfil se qualifica.

Conduzido por quem já fez esse processo centenas de vezes.